Vitória sobre o fascismo da UCPA ABSOLUÇOM PARA @S SEIS VIZINH@S ACUSAD@S DE INJÚRAS A NAVA CASTRO
O julgamento celebrado no dia 27 de Fevereiro de 2007 contra 6 antifascistas de Ponte Areas acusados de “delito eleitoral” e “injúrias” contra Nava Castro resolveu-se com a absoluçom de tod@s elas/es. Um falho do Tribunal nº 3 de Ponte Vedra considera que nom existiu nengum delito ou falta.O suposto delito do qual ficárom definitivamente absolvid@s teria sido distribuir propaganda como membros da Plataforma cidadá pola retirada do monumento a Franco que identificava Nava com o ditador. A finalidade do cartaz era denunciar a responsabilidade de Nava Castro na permanência do monumento e nomenclatura das ruas que homenageavam o fascismo, contrariamente ao acordado polo pleno municipal.
Três d@s cinco vizinh@s sobre @s quais pesava petiçom de condena por parte da Procuradoria som membros de Ponte Areas de Esquerda, entre @s quais está o candidato à Presidência da Cámara Abraám Alonso.
Ponte Areas de Esquerda avalia esta decisom judiciária como umha contundente e rotunda vitória política de quem defendemos a democracia e a liberdade de expressom sobre quem fai apologia pública do fascismo. A absoluçom destes cinco vizinh@s é umha péssima notícia para Pepe Castro, Nava Castro e a UCPA, organizaçom herdeira do falangismo e das estruturas franquistas que dominárom o nosso Concelho após o golpe de estado de 1936 contra a legalidade republicana. É umha vitória sem paliativos dos valores que defende e representa Ponte Areas de Esquerda sobre os quais encarna a extrema-direita da UCPA.
O fascismo derrota-se fazendo-lhe frente. Esta é a liçom que se deve extrair da atitude d@s seis vizinh@s antifascistas de Ponte Areas.
De Ponte Areas de Esquerda solicitamos novamente à UCPA e à sua candidata que condene sem ambiguidades nem paliativos os 40 anos de ditadura franquista para assim demonstrar que é umha força política democrática.
Ponte Areas de Esquerda manifesta após esta vitória que continuamos com a luita contra o que a UCPA continua a representar, contra a política clientelar e caciquil, contra a corrupçom e o desvio de fundos, contra o negócio e favores aos seus amigos e familiares a costa da maioria da populaçom, contra um projecto político autoritário e ultra-conservador.
O 27 de Maio é necessário consolidarmos este golpe à impunidade de Pepe e Nava Castro logrando que a esquerda sem complexos, a esquerda que nem se compra nem se vende entre no nosso Concelho.



